Concurso do Banco do Brasil: Conheça os caminhos para passar!

Em 2014, o Banco do Brasil publicou edital de concurso público prevendo cerca de 2,5 mil vagas para o cargo de escriturário.

As oportunidades, no entanto, eram restritas a apenas 14 Estados da Federação.

Isso gerou a necessidade de a instituição começar a planejar outro concurso para o ano de 2015, dessa vez abrangendo Espirito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Amazonas.

A expectativa é de que o edital seja publicado a partir de setembro.

Por isso, o candidato não pode perder tempo e deve começar a se preparar o quanto antes.

Confira a seguir os segredos do concurso, bem como tudo o que você precisa saber para obter a tão sonhada aprovação!

Sobre o Banco do Brasil

O Banco do Brasil (BB) foi criado em 1808 por alvará do então Príncipe-regente Dom João de Bragança (futuro Rei Dom João VI) e foi a primeira instituição financeira a operar não apenas no Brasil, mas todo o Território do Império Português.

O objetivo era fazer com que o banco tivesse um papel ativo em ações que foram implementadas para fomentar a criação de indústrias manufatureiras no Brasil.

Como não poderia deixar de ser, o BB não se manteve imune às instabilidades econômicas e políticas atravessadas pelo país nesses mais de 200 anos.

Apesar disso, a instituição teve e continua a ter um importante papel no desenvolvimento do Brasil. Até 1964, ano em que foi criado o Banco Central, o BB era, inclusive, o responsável pela emissão de moeda.

Atualmente o Banco é constituído sob a forma de sociedade de economia mista e possui mais de 15 mil pontos de atendimento e 110 mil funcionários em todo o país.

Além dos serviços bancários oferecidos à população, o Banco do Brasil também tem participação em diversas outras empresas, como Brasilprev, BB Tecnologia e Serviços, BV Financeira, BB Cartões, etc.

Por que fazer a prova

Muitos são os motivos pelos quais o concurseiro deve considerar a possibilidade de prestar prova para o concurso do Banco do Brasil.

Em primeiro lugar, podemos citar o fato de que há sempre muitas vagas em jogo.

O BB tradicionalmente abre concurso para o preenchimento de milhares de vagas e todo o país e ainda realiza a formação de cadastro de reserva.

E boa parte dos candidatos elencados no cadastro de reserva são, de fato, convocados! Com isso, as chances de aprovação são maiores.

Outro destaque do cargo de escriturário do Banco do Brasil é a remuneração, que no último concurso foi divulgada no valor de R$2.227,26.

A este valor são acrescidos os benefícios, como auxílio-creche, vale-transporte, vale-refeição/alimentação, plano de saúde e odontológico.

Vale lembrar também que uma importante parte da remuneração do escriturário do BB é a participação nos lucros da empresa, que é paga ao funcionário duas vezes ao ano.

Além disso, a carga horária aplicável à função é de 30 horas semanais.

Isso significa que o funcionário tem tempo durante o dia para resolver questões particulares.

Esse concurso é ideal, portanto, para o candidato que busca estabilidade para continuar estudando para outros concursos públicos.

É possível que a carreira de bancário não seja o sonho do candidato, mas uma rotina de 6 horas diárias permite que o trabalhador dedique boa parte de seu dia à leitura, resolução de exercícios e às aulas dos cursinhos, buscando sempre a aprovação no cargo dos sonhos. 😉

Caminhos para a aprovação

Sabemos que a aprovação em concurso público exige planejamento e preparo.

Antes de qualquer outra coisa, o candidato deve ler o edital com atenção.

No caso do concurso para o Banco do Brasil, temos que ter por base o edital lançado no final de 2014 e, posteriormente, adaptar os estudos ao edital que está para sair, caso haja necessidade.

Tendo lido o edital, o candidato já pode elaborar seu plano de estudos, dando ênfase às matérias com maior peso.

No caso do concurso do BB, o candidato deve priorizar raciocínio lógico matemático na prova de conhecimentos básicos e técnicas de vendas, atendimento e conhecimentos bancários na prova de conhecimentos específicos.

Vale lembrar que o candidato não pode deixar de estudar as outras matérias, mas deve dedicar a elas um tempo menor no cronograma, já que o número de questões e o peso são, em geral, menores.

De olho no edital

Como sempre, o mais indicado é que o candidato não aguarde para dar início aos estudos apenas após a publicação do edital.

Assim, a preparação deve se basear nos editais anteriores.

A prova do Banco do Brasil tem sido realizada em duas etapas: uma prova objetiva e uma redação.

A prova objetiva costuma ser dividida em duas partes: conhecimentos básicos e conhecimentos específicos.

A de conhecimentos básicos é responsável por 30% da nota do candidato na primeira etapa e avalia conhecimentos em português, raciocínio lógico matemático e atualidades do mercado financeiro.

Já a prova de conhecimentos específicos é responsável por 70% da nota do candidato na primeira etapa e exige conhecimentos em cultura organizacional, técnicas de vendas, atendimento, domínio produtivo, conhecimentos bancários e língua inglesa, uma novidade presente nos últimos editais.

A redação, evidentemente, não pode fugir ao que foi proposto no conteúdo programático.

No entanto, o edital não costuma prever, especificamente, os possíveis temas da redação.

Por isso, é importante que o candidato saiba dissertar de forma desembaraçada sobre todo o conteúdo programático em questão.

O que esperar da banca organizadora

A banca realizadora do concurso é a CESGRANRIO.

Uma boa notícia para quem não gosta do modelo de questão consagrado pela CESPE/UnB.

Aqui, o candidato deve escolher, dentre 5 assertivas, a única que corresponde ao comando dado no enunciado da questão.

Os erros não são descontados dos acertos, logo, o candidato deve chutar quando não souber responder.

A Fundação CESGRANRIO é uma das maiores e mais respeitadas bancas de todo o país.

Nos últimos anos, ela ficou responsável por grandes concursos, como o do IBGE, Liquigás, Petrobrás, BNDES e, é claro, Banco do Brasil.

Em geral, os enunciados da CESGRANRIO trabalham com trechos retirados de revistas e jornais e as questões exigem atenção por parte do candidato, já que os textos costumam ser longos e exigem a memorização de informações.

Com relação ao conteúdo, a banca normalmente elabora provas abrangentes, distribuindo bem as questões dentro do conteúdo programático previsto no edital.

Isso exige que o estudo do candidato seja bastante amplo, mas não se preocupe, pois a banca recompensará seu esforço cobrando tudo o que foi pedido, em oposição a outras bancas que distribuem o conteúdo de forma desproporcional, deixando de cobrar alguns assuntos e cobrando outros excessivamente.

Dicas de Língua Portuguesa

O programa de língua portuguesa não é extenso.

Isso significa que o candidato não precisa estudar por completo a parte de análise sintática.

Geralmente as provas são divididas em aproximadamente 50% de questões de interpretação e semântica e 50% de gramática.

É muito importante que o candidato estude valores semânticos, já que eles são sempre cobrados.

Já na parte de gramática, a banca prioriza a identificação de erros e incorreções, que podem variar de concordância, crase, colocação pronominal, regência, pontuação etc.

Dicas de conhecimentos bancários

A prova de conhecimentos bancários é muito importante, já que tem um peso grande dentro da prova de conhecimentos específicos, que, por sua vez, representa 70% da nota do candidato.

Além disso, a prova de conhecimentos específicos é o segundo critério de desempate, atrás apenas da idade.

A prova de conhecimentos bancários exige muita dedicação do candidato, já que quase sempre o conteúdo abordado é novidade.

A matéria não é ensinada no ensino médio, grau de escolaridade exigido para a posse no cargo.

Por isso, a curva de aprendizagem pode ser mais acentuada.

As questões geralmente envolvem o Conselho Monetário Nacional, a Estrutura do Sistema Financeiro e a organização do Banco Central do Brasil.

É importante que o candidato memorize com afinco as atribuições do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central, já que é muito comum a presença de questões que misturam as competências do Bacen com as do CMN. É a chamada questão “pegadinha”.

O ideal seria se o candidato estudasse a disciplina de conhecimentos bancários todos os dias para não prejudicar a assimilação da matéria, que é extensa e, como já sinalizamos, é completamente nova para o candidato que não vem da área bancária.

Todos os tópicos do edital devem ser abordados separadamente, já que a prova é muito concorrida e os conhecimentos bancários podem ser o grande diferencial do candidato.

Vale lembrar que o candidato não pode se esquecer de incluir a resolução de exercícios em sua preparação, principalmente realizando provas anteriores organizadas pela mesma banca.

A CESGRANRIO costuma elaborar questões muito parecidas com a de provas anteriores. 😉

Assim, o candidato deve separar questões não apenas das provas anteriores do Banco do Brasil, mas também as de outros bancos públicos organizadas pela mesma banca, como BNDES e Banco da Amazônia.

Não se esqueça de fazer provas, mesmo se for em casa, simulando as condições de uma prova de verdade!

Seja Aprovado em Qualquer Concurso!

E então, você já prestou concurso para o Banco do Brasil alguma vez? O que acha desse certamente? Compartilhe a sua opinião com a gente através do espaço de comentários!

Espero que tenha gostado do artigo!

Sucesso e bons estudos!

Atenciosamente,

Léo Oliveira

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