Quais são os cursos menos concorridos nos vestibulares?

O vestibular é um momento de tensão para qualquer estudante.

Afinal, traz à tona uma situação que assusta muita gente: concorrer com várias outras pessoas.

Trata-se de um concurso: não basta você se sair bem, tem que ir melhor do que boa parte dos demais.

Sempre pensamos em milhares e milhares de estudantes concorrendo pelas cobiçadas vagas.

Isso até pode ser verdade em cursos como medicina, direito e engenharia civil.

Mas há vários outros cujo número de candidatos por vaga é bem baixo.

E nem por isso eles são menos importantes, ora!

Para isso, reunimos neste texto os cursos menos concorridos nos vestibulares.

Quem sabe algum deles não te interessa? Confira!

Aquicultura

O curso forma tecnólogos que acompanham a cadeia produtiva de criação de peixes e demais animais aquáticos em cativeiro, cuidando do manejo, da reprodução e da nutrição desses seres vivos.

O profissional trabalha também com negócios de aquicultura, tais como a industrialização, a comercialização e a distribuição de produtos para o mercado consumidor, além de ter o dever de se preocupar com os impactos da atividade no meio ambiente.

De fato, a aquicultura não é dos cursos mais conhecidos do mercado, e isso contribui para a baixa procura.

Em consequência, são poucas as universidades que o ofertam.

Se você se interessar por esta área, pode encontrar cursos em instituições como a UFMG e a UFPR.

Obstetrícia

O curso trata de técnicas e conhecimento para gestantes, recém-nascidos e familiares.

O profissional formado em obstetrícia cuida da gestante no pré-natal e no parto, com o objetivo de garantir a segurança do procedimento e a saúde da mulher.

Inclusive, ele é habilitado para realizar partos normais, com uma equipe médica ou sozinho.

Este curso, além de não ser dos mais famosos, também sofreu muito até o ano passado.

O Conselho Federal de Enfermagem não estava concedendo o registro profissional para os enfermeiros obstetras, quadro que só mudou de figura em 2013, com uma liminar na justiça.

Matemática

Este já é mais conhecido, não é mesmo?

Se você é daqueles alunos que sofrem com os números e sente calafrios só de pensar que há uma prova de matemática chegando, certamente entende porque o curso não é dos mais procurados.

Obviamente, não é apenas o fato de muitas pessoas terem dificuldades com os números que torna esse curso pouco concorrido.

Há que se observar que a licenciatura, que é o tipo de graduação mais comum no curso de Matemática, figura, também em outras áreas, entre as menos procuradas — logo abaixo você verá ela de novo.

Quem forma em licenciatura, geralmente, será professor em escolas de ensino médio e fundamental, e o fato de o mercado não ser dos melhores desanima muitos a tentarem a graduação em matemática.

Isso não quer dizer, é claro, que você deva deixar de fazer o curso se é algo que gosta.

Caso você ame números, não deixe de considerar a formação em matemática — gostar do que se faz é um grande passo rumo ao sucesso profissional, independente de como está o mercado.

Química

Outra área temida pelos estudantes no ensino básico, e que acaba sendo evitada no superior também.

Na graduação, o aluno se aprofunda no estudo da matéria, sua composição e propriedades, analisando as características físico-químicas.

Assim como a matemática, a química também sofre com o problema da licenciatura e do mercado de trabalho.

Porém, dependendo da universidade, o estudante pode também formar como bacharel, o que abre uma gama de atividades em diferentes setores, como indústrias e laboratórios.

Ciências Naturais e Exatas

O profissional tem uma visão geral sobre a área de ciências e meio ambiente, e pode lecionar desde as séries iniciais até as do ensino médio — dependendo do direcionamento no curso, que pode ser para química, física, matemática ou biologia.

Este profissional pode trabalhar também em instituições, museus e centros de ciência.

A formação em Ciências Naturais e Exata ainda é pouco procurada, mas está em expansão.

A vantagem é poder trabalhar em diversas frentes, além do fato de faltarem professores de ciências no mercado.

E aí, você se interessou por algum destes cursos?

Se sim, aproveite a baixa concorrência e corra atrás!

Há muitos vestibulandos que são “maria vai com as outras”, e simplesmente escolhem os cursos que mais “bombam” — para depois perceber que não era isso que queriam.

Passar em Concurso ou fazer faculdade?

Essa é uma questão muito difícil de ser respondida.

Na realidade, depende da condição de cada concurseiro.

É muito importante passar o quanto antes e possuir o diploma para poder prestar concursos de nível superior.

Porém, se você está com alguma dificuldade financeira e precisa de aprovação mais rápida, é melhor fazer concurso para nível médio, porque existem mais oportunidades, com mais vagas.

Apesar de que, em concursos, quando falamos de aprovação rápida, podemos considerar cerca de seis meses ou até um ano.

Então,depois de aprovado, é extremamente importante que o candidato continue estudando e tente um concurso de nível superior de posse do seu diploma.

A preparação para um concurso superior, em média, exige no mínimo dois anos de preparação.

Entretanto, os salários são maiores e a exigência também é muito maior.

Por tanto, é interessante começar essa preparação ainda na faculdade para, quando estiver se formando e de posse do diploma, alcançar um nível de conhecimento bem mais profundo, que permita a tão sonhada aprovação no concurso pretendido.

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Passar em Concurso

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